Você talvez não entenda porque eu gosto tanto de você… Mas você mesmo faz por onde! Você fala tudo o que eu preciso ouvir… na hora que eu preciso ouvir… Talvez isso te faça entender um pouco :
” Eu : Eu vou sair da escola e queria te dar tchau pelo menos, mas não dá…
Você : e nem precisamos nos dar tchau…
(:
voce só sai da mesma escola que a minha..
mas não do meu coração! “

Kristina Yakimova http://pornhour.tumblr.com http://breasthaven.tumblr.com http://angelteens.tumblr.com

As vezes, somente algumas poucas vezes, me encontro perdida em um universo de pensamentos. Tais pensamentos dos quais só de serem simplesmente mencionados nessa minha acudida mente, são mal interpretados. Mas, tem dias que você acorda, e simplesmente não está nem sequer um pouco interessado no que acontece do lado de fora de sua janela, onde o Sol não pode ser obstruído, infelizmente. Quando eu me encontro como parte deste dia, eu faço uma reflexão muito direta sobre mim.
As vezes, somente algumas poucas vezes, não quero me levantar, não quero olhar para o lado, não quero olhar para a frente, não quero lembrar de nada, não quero precisar de tudo. Queria poder esquecer, queria poder mudar, queria poder me transcender, queria poder te alcançar.
Tem dias em que eu não quero ser tão correta, não quero parecer tão mãe, não quero te dar conselhos, não quero parecer eminente, não quero te dar um caminho, não quero ser culta, não quero ser pura, nem ao menos sua. Queria ser eu. Não queria minhas mil obrigações, não queria me sentir mal por você estar mal, não queria me preocupar, não queria lições de moralistas ambulantes, loucos para me colocar um defeito e me apontar uma solução, da qual eu não me importo. Não queria ser um exemplo em certas coisas, para me elogiarem, não queria permanecer em silêncio por medo, por medo de ouvir e não poder falar, por medo dessa minha imagem mudar.
Queria reunir pessoas que eu amo, que não estão mais ao meu lado por minha estupidez, por minha falta de interesse, pessoas que só de olhar eu já ganhava meu dia, pessoas que me entendiam, que sorriam de coisas inúteis e fúteis ao meu lado, talvez porque transbordávamos alegria, e eliminávamos qualquer tipo de negatividade. Resumindo, éramos felizes, por não termos medo de sermos quem nós éramos.
Não que hoje não existam pessoas pelas quais eu morreria sem necessitar de quaisquer motivos, não. É que é diferente. É outro tipo de amor, outro tipo de felicidade, talvez uma felicidade extremamente necessária e que me faz indescritivelmente bem, mas que é incompleta.
Eu só queria poder cantar por aí, sem medo de comentários alheios, dançar, falar, expor meus medos, meus sonhos, minhas vontades, expor minha alma. Mas a minha realidade é algo que requer paciência, e se para isso eu tiver que esperar, ser diferente algumas vezes para futuramente ser feliz por completo, eu esperarei.